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Rodrigo Avellar, Advogado
Rodrigo Avellar
Comentário · há 3 anos
@joaofrancescon, eu tenho cartão pré-pago. E quando fui assinante do Jusbrasil foi justamente usando essa modalidade. Mas, para mim, não é prático usá-lo para situações regulares (sei que parece falta de organização, talvez, mas não). Tudo que pago regularmente, o faço por meio de débito automático, justamente para não correr o risco de ter que me preocupar em fazer uma transferência ou seguir um procedimento para poder efetuar o pagamento.
Este mês volto à condição de pró porque resolvi carregar um valor significativo no cartão (pois pequenas recargas geram despesas, e detesto jogar dinheiro fora).
Obrigado pelo comentário, grande abraço!
Rodrigo Avellar, Advogado
Rodrigo Avellar
Comentário · há 4 anos
Rodrigo Avellar, Advogado
Rodrigo Avellar
Comentário · há 5 anos
Rodrigo Avellar, Advogado
Rodrigo Avellar
Comentário · há 5 anos
Em um mundo ideal, o cliente contrataria o advogado e pagaria os honorários contratuais antes do fim da lide. Com o pagamento antecipado, o contrato de honorários poderia ser juntado aos autos como prova das despesas do autor e ressarcimento na própria ação. Assim, os honorários sucumbenciais seriam, além de um "prêmio" ao advogado pelos seu zelo na condução da ação, um "castigo" ao vencido para que sua conduta não se torne lucrativa. Pois bem. Não vivemos em um mundo ideal. Vivemos em um mundo onde, muitas vezes, o autor contrata com o advogado para que este trabalhe com a "expectativa" de receber 10, 20 ou 30% do resultado da ação. Isso SE o autor for o vencedor. E, mesmo vencedor, há situações em que não verá a satisfação de seu direito nem com sentença judicial favorável. Portanto, o advogado acaba, sim, como mencionado pelo Dimas Carneiro, se tornando sócio de seu cliente, pois assume o risco de nada receber ao fim da demanda. Caso os honorários sucumbenciais fossem tratados com mais dignidade pelos magistrados, talvez até fosse possível que o advogado trabalhasse somente em função deles. Mas, não raro, os nobres magistrados fixam os honorários em 10% da condenação e, em alguns casos, permitindo até mesmo a sua redução pela metade em caso de pronto cumprimento da obrigação. Ou seja, as nuances da relação jurídica entre cliente, advogado e réu têm muito mais variações na prática, no cotidiano, do que pode uma mera abordagem simplista abranger.
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